São uma delícia cm queijo fresco, com doce ou até com manteiga... E naquelas alturas que nos sentimos KO, ajudam bastante, MAS... atenção às que comemos nessa altura, ou quando não estamos a 100% "cá dentro", como eu!
É melhor FUGIR das que têm sal à superfície ou das que têm um sabor mais salgado, como aquelas do conhecido pacotinho azul, com nome de pessoa....ou apelido, para dizer melhor.
Mais vale consumir umas que vêm em embalagens individuais, de 4/5/6 (dependendo das marcas), inseridas em grandes "packs", e que podem ser normais ou integrais; também há dessas com sal na superfície, com sementes, com sabor a azeite ou especiarias, mas deixem-se essas variedades para momentos "gourmet".
Outras muito boas, são umas muito fininhas, redondinhas, cuja marca começa por C. Não são baratas, mas de vez em quando fazem umas promoções que tentam, e como elas são boas... Eu não resisto à tentação e arranjo sempre que posso.
Se o orçamento é fraco e/ou a esquisitice é muita... as clássicas quadradas também são uma boa opção, mas tornam-se algo maçudas. Há muito tempo que não como dessas, porque prefiro das tais que vêm em embalagens individuais (dá para pegar numa e levá-la comigo para onde quiser, caso apareça o "ratinho" no estômago), há marcas para todos os bolsos e por norma os packs não são nada pequenos... e de vez em quando dá para comprar dois pelo preço de um, o que faz que se tenha bolachas de água e sal durante mais de dois meses! No mínimo...
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
"Como é que emagreceste TANTO?"
Pois é, de há uns tempos para cá tenho ouvido esta pergunta, e para não pensar que me meti na anorexia, na ortorexia ou nessas paranoias das meninas (e não só) que aparecem no Dr. Phil, vou contar o que se passou comigo e como mantive a partir de então...
Do ano passado até à Páscoa, havia alturas que me sentia esquisita, enfartada e às vezes se almoçava bem nem determinado dia, depois à noite não conseguia jantar e no dia seguinte não conseguia almoçar. Ainda assim, comia normalmente, ou quase... Já andava a tentar evitar gorduras e pratos mais fortes (os fritos não me incomodavam, mas pratos pesados...), só que não era fácil. A partir de determinada altura, até as batatas de pacote, que eu ADORAVA, me causavam ardência no estômago! E um belo dia, quando comi `massa à lavrador ao jantar, nem comi muito, deitei-me mais de 2 horas depois, e a sensação foi de que a digestão estava a abrandar! Isto passou-se em meados de Março...
Em Abril, lá fui para casa de familiares, para um almoço e depois jantar, de Páscoa. Fui na véspera, após ter a sensação de que só acabara a digestão à hora de me levantar. A meio da viagem, como pequeno almoço, arrisquei tomar um sumo de laranja, estava demasiado ácido para meu gosto... ainda bem que cortei a acidez com uma Mariazinha! E à hora de almoço, comi uma canja e bebi um chá de camomila "pronto, já estou bem", pensei. Como estava enganada... Nessa mesma tarde, houve um lanche feito com coisas que eu adorava, azeitonas, queijo, salpicão e lay's gourmet. Tirava uma batata, o estômago ardia, tirava uma azeitona ou queijo, o estômago acalmava!
No dia seguinte comi normalmente, e havia de sobremesa um bolo com pistachios e montanhas de cacau. Estava tão bom que à tarde comi outra fatia, mais valia não o ter feito, voltei a ficar doente. E nunca mais fiquei bem. Nessa mesma semana andei a correr de hospital para centro de saúde, para perceber o que tinha. Pelo relatório que fiz, a médica disse: GASTRITE.
Entretanto, os meses passaram e fui fazendo algumas experiências. Ainda estou nessa fase, porque ainda não sei muito bem o que me faz bem, o que me faz mesmo mal e o que é "placebo"
No entanto, como só comia salmão, mamão, bebia água quente (até a água natural me caía como pedra gelada), e infusões de mel de manhã, perdi muito peso, e volta e meia tenho a sensação, ainda de que posso ter uma recaída, e lá vou eu ao chá.
Então cá vamos nós... para desfazer o "nó", se houver possibilidade de fazer alguma modalidade desportiva, seja ela GAP, zumba, ou uma simples caminhada... façam! Têm é de MEXER-SE! Eu andei como se não houvesse amanhã! Se tiverem de vestir uma peça (calças ou saia) um ou dois números acima, força, o ar TEM DE SAIR! A certa altura sentem que se disserem seja o que for, precisam de um babete... nesses dias não convém sair de casa, é o estômago a rejeitar o excesso de acidez, dura dois ou três dias, mas depois é um alívio, é como que um "adeus" aos problemas mais graves (pelo menos, a esses).
As alterações... ao que disse adeus: VINAGRE/LIMÃO/MOLHOS MUITO FREQUENTES/ARROZ NORMAL (com glúten-antes de ficar doente, porque incha-me)/TOMATE (também me deixa inchada)/CENOURA(só em sumos, batidos ou gelados)/IOGURTES (por causa da Lactose)
Ao que como com menos frequência: CARNE DE PORCO (muito menos, aliás, quase nunca)/ FRITOS (não posso abusar)
O que de certeza não me faz mal CANJA/PRATOS COM FRANGO/VITELA(SEM VINHO, P.f.!)/QUEIJOS SEM SER FLAMENGOS(SEM LEITE DE VACA)/ FIAMBRE DE PERÚ FUMADO (SEM GLÚTEN)/PÃO, TOSTAS E TOSTINHAS; ÁGUA "XPTO" (não divulgo marcas, mas são muito específicas)MASSA; ARROZ (sem glúten). ALFACE, CANÓNIGOS, RÚCULA...
O meu plano de ATAQUE: GENGIBRE (para chá) - foi como limpei, para começar. Tinha a tal "bola" que me causava dores, tirava-me o apetite e causava-me má disposição. Só aguentava com infusão de gengibre à qual acrescentava por vezes um pouco de mel (outro remédio santo).
SALMÃO -temperado com umas especiarias específicas para peixe, sem sal, e grelhado. Só com alface, regada com um fio de azeite.
MAMÃO - ou papaia, dependendo do que encontrava à venda e/ou do que via com melhor aspecto.
O medicamento, foi o "pantoprazol", que fez efeito imediato.
Percebi que não podia, tão cedo, tocar na deliciosa fruta da época que estava aí à porta, (morangos, cerejas, ameixas...) e não sabia quando poderia voltar a tocar naquelas sobremesas pecaminosas. Confesso que ainda não o faço. Podem estar taças com mousse de chocolate, baba de camelo, tarte de limão, cheesecake, ou outras coisas saborosíssimas à minha frente... que eu nem toco, com medo de ficar novamente doente
Depois, com uma descarga ou outra... lá se foram os quase 10 kg que tinha a mais!
E uma descoberta que fiz há pouco, a ABÓBORA também não é das melhores coisas para a minha pessoa (nem em doce, infelizmente.)
Do ano passado até à Páscoa, havia alturas que me sentia esquisita, enfartada e às vezes se almoçava bem nem determinado dia, depois à noite não conseguia jantar e no dia seguinte não conseguia almoçar. Ainda assim, comia normalmente, ou quase... Já andava a tentar evitar gorduras e pratos mais fortes (os fritos não me incomodavam, mas pratos pesados...), só que não era fácil. A partir de determinada altura, até as batatas de pacote, que eu ADORAVA, me causavam ardência no estômago! E um belo dia, quando comi `massa à lavrador ao jantar, nem comi muito, deitei-me mais de 2 horas depois, e a sensação foi de que a digestão estava a abrandar! Isto passou-se em meados de Março...
Em Abril, lá fui para casa de familiares, para um almoço e depois jantar, de Páscoa. Fui na véspera, após ter a sensação de que só acabara a digestão à hora de me levantar. A meio da viagem, como pequeno almoço, arrisquei tomar um sumo de laranja, estava demasiado ácido para meu gosto... ainda bem que cortei a acidez com uma Mariazinha! E à hora de almoço, comi uma canja e bebi um chá de camomila "pronto, já estou bem", pensei. Como estava enganada... Nessa mesma tarde, houve um lanche feito com coisas que eu adorava, azeitonas, queijo, salpicão e lay's gourmet. Tirava uma batata, o estômago ardia, tirava uma azeitona ou queijo, o estômago acalmava!
No dia seguinte comi normalmente, e havia de sobremesa um bolo com pistachios e montanhas de cacau. Estava tão bom que à tarde comi outra fatia, mais valia não o ter feito, voltei a ficar doente. E nunca mais fiquei bem. Nessa mesma semana andei a correr de hospital para centro de saúde, para perceber o que tinha. Pelo relatório que fiz, a médica disse: GASTRITE.
Entretanto, os meses passaram e fui fazendo algumas experiências. Ainda estou nessa fase, porque ainda não sei muito bem o que me faz bem, o que me faz mesmo mal e o que é "placebo"
No entanto, como só comia salmão, mamão, bebia água quente (até a água natural me caía como pedra gelada), e infusões de mel de manhã, perdi muito peso, e volta e meia tenho a sensação, ainda de que posso ter uma recaída, e lá vou eu ao chá.
Então cá vamos nós... para desfazer o "nó", se houver possibilidade de fazer alguma modalidade desportiva, seja ela GAP, zumba, ou uma simples caminhada... façam! Têm é de MEXER-SE! Eu andei como se não houvesse amanhã! Se tiverem de vestir uma peça (calças ou saia) um ou dois números acima, força, o ar TEM DE SAIR! A certa altura sentem que se disserem seja o que for, precisam de um babete... nesses dias não convém sair de casa, é o estômago a rejeitar o excesso de acidez, dura dois ou três dias, mas depois é um alívio, é como que um "adeus" aos problemas mais graves (pelo menos, a esses).
As alterações... ao que disse adeus: VINAGRE/LIMÃO/MOLHOS MUITO FREQUENTES/ARROZ NORMAL (com glúten-antes de ficar doente, porque incha-me)/TOMATE (também me deixa inchada)/CENOURA(só em sumos, batidos ou gelados)/IOGURTES (por causa da Lactose)
Ao que como com menos frequência: CARNE DE PORCO (muito menos, aliás, quase nunca)/ FRITOS (não posso abusar)
O que de certeza não me faz mal CANJA/PRATOS COM FRANGO/VITELA(SEM VINHO, P.f.!)/QUEIJOS SEM SER FLAMENGOS(SEM LEITE DE VACA)/ FIAMBRE DE PERÚ FUMADO (SEM GLÚTEN)/PÃO, TOSTAS E TOSTINHAS; ÁGUA "XPTO" (não divulgo marcas, mas são muito específicas)MASSA; ARROZ (sem glúten). ALFACE, CANÓNIGOS, RÚCULA...
O meu plano de ATAQUE: GENGIBRE (para chá) - foi como limpei, para começar. Tinha a tal "bola" que me causava dores, tirava-me o apetite e causava-me má disposição. Só aguentava com infusão de gengibre à qual acrescentava por vezes um pouco de mel (outro remédio santo).
SALMÃO -temperado com umas especiarias específicas para peixe, sem sal, e grelhado. Só com alface, regada com um fio de azeite.
MAMÃO - ou papaia, dependendo do que encontrava à venda e/ou do que via com melhor aspecto.
O medicamento, foi o "pantoprazol", que fez efeito imediato.
Percebi que não podia, tão cedo, tocar na deliciosa fruta da época que estava aí à porta, (morangos, cerejas, ameixas...) e não sabia quando poderia voltar a tocar naquelas sobremesas pecaminosas. Confesso que ainda não o faço. Podem estar taças com mousse de chocolate, baba de camelo, tarte de limão, cheesecake, ou outras coisas saborosíssimas à minha frente... que eu nem toco, com medo de ficar novamente doente
Depois, com uma descarga ou outra... lá se foram os quase 10 kg que tinha a mais!
E uma descoberta que fiz há pouco, a ABÓBORA também não é das melhores coisas para a minha pessoa (nem em doce, infelizmente.)
Pão III (De Lisboa para baixo- Sul)
Podia dividir ainda em "Lisboa e Vale do Tejo" e "Alentejo e Algarve", mas a verdade é que conheço pouco o Algarve e o pão Alentejano é parecido (pelo menos, na minha opinião) com o transmontano... mas mais leve! Mas já lá vamos...
Comecemos por cima. Em Lisboa também se fazem as "bolinhas", não sei se aquilo é de trigo, mas é mesmo bom, Uma massa levezinha, semelhante à do pão de água, e muito menos maçudo. Também há outro pão, que se pode fatiar, de sabor semelhante mas que se torna mais leve. Ideal para os fins-de-semana, para as refeições familiares, para festas, ou simplesmente para quando apetece uma fatia de pão com manteiga ou com doce.
Carcaças... creio que não são muito bem vistas, também não me parecem ser muito consumidas (e sinceramente, não fazem grande falta, para fazer mal já basta virem ao Porto para provar as tentações perigosas)
Atravessando o rio (o Tejo, qual outro deveria ser?), há locais do outro lado que têm um pão divinal. A cerca de 30km dali, há um local que tem, como pão do dia, umas peças enormes, do tamanho de broa, super-leves, de massa de pão de água, e muito saborosas, Como esses pães são tão bons, voam num instante. Seja no mercado local, em minimercados ou onde quer se comercialize pão... o "pão do dia" esgota depressa. Ideal para fazer sandes rústicas ou até para se comer com manteiga, esses pães o o ideal quando é preciso fazer uma refeição rápida, pois como é próprio para fatiar, arranja-se qualquer ingrediente extra que dê para fazer sanduíches, compõe-se e tempera-se o "prato"... e depois vai-se buscar uma água, um sumo, um chá ou o que se quiser tomar, porque uma sanduíche a seco (mesmo que seja só pão com manteiga ou com doce)... é como tentar fazer um castelo de areia, com areia seca!
Seguindo até ao Alentejo, já provei várias vezes o pão Alentejano, tanto em feiras de Artesanato como no próprio Alentejo, e achei parecido com o de Lisboa e Vale do Tejo, no tamanho... mas talvez pelo estilo de vida se assemelhar um pouco mais ao Nortenho (em termos de necessidades essenciais, e até alguns pratos - note-se a "carne de porco à Alentejana" e os "rojões à moda do Minho", mudam as tripas enfarinhadas, as amêijoas e pouco mais, o essencial mantém-se, a mesma parte do porco, o mesmo modo de confecção... com batatas aos cubinhos!) torna-se um pouco mais maçudo. Assemelha-se um pouco ao transmontano, se bem que este ainda consegue ser um bocadinho mais consistente. Mas ficam "ela por ela"...
Relativamente ao pão algarvio, confesso que não o conheço, mas calculo que seja um pouco mais adocicado, por causa das influências muçulmanas, que trouxeram para aquela região (e não só!) tudo o que havia na região de Ceuta (creio eu) na altura dos Descobrimentos. E como eles eram "uns gulosos", como ouvi comentar há uns anos na TV, não sei se por uma historiadora, se por uma chef que estudou a história dos doces de Natal e do Algarve, é bem provável que até o pão seja algo adocicado... Uma coisa é certa, que os algarvios gostam de coisas muito doces, lá isso gostam.
Comecemos por cima. Em Lisboa também se fazem as "bolinhas", não sei se aquilo é de trigo, mas é mesmo bom, Uma massa levezinha, semelhante à do pão de água, e muito menos maçudo. Também há outro pão, que se pode fatiar, de sabor semelhante mas que se torna mais leve. Ideal para os fins-de-semana, para as refeições familiares, para festas, ou simplesmente para quando apetece uma fatia de pão com manteiga ou com doce.
Carcaças... creio que não são muito bem vistas, também não me parecem ser muito consumidas (e sinceramente, não fazem grande falta, para fazer mal já basta virem ao Porto para provar as tentações perigosas)
Atravessando o rio (o Tejo, qual outro deveria ser?), há locais do outro lado que têm um pão divinal. A cerca de 30km dali, há um local que tem, como pão do dia, umas peças enormes, do tamanho de broa, super-leves, de massa de pão de água, e muito saborosas, Como esses pães são tão bons, voam num instante. Seja no mercado local, em minimercados ou onde quer se comercialize pão... o "pão do dia" esgota depressa. Ideal para fazer sandes rústicas ou até para se comer com manteiga, esses pães o o ideal quando é preciso fazer uma refeição rápida, pois como é próprio para fatiar, arranja-se qualquer ingrediente extra que dê para fazer sanduíches, compõe-se e tempera-se o "prato"... e depois vai-se buscar uma água, um sumo, um chá ou o que se quiser tomar, porque uma sanduíche a seco (mesmo que seja só pão com manteiga ou com doce)... é como tentar fazer um castelo de areia, com areia seca!
Seguindo até ao Alentejo, já provei várias vezes o pão Alentejano, tanto em feiras de Artesanato como no próprio Alentejo, e achei parecido com o de Lisboa e Vale do Tejo, no tamanho... mas talvez pelo estilo de vida se assemelhar um pouco mais ao Nortenho (em termos de necessidades essenciais, e até alguns pratos - note-se a "carne de porco à Alentejana" e os "rojões à moda do Minho", mudam as tripas enfarinhadas, as amêijoas e pouco mais, o essencial mantém-se, a mesma parte do porco, o mesmo modo de confecção... com batatas aos cubinhos!) torna-se um pouco mais maçudo. Assemelha-se um pouco ao transmontano, se bem que este ainda consegue ser um bocadinho mais consistente. Mas ficam "ela por ela"...
Relativamente ao pão algarvio, confesso que não o conheço, mas calculo que seja um pouco mais adocicado, por causa das influências muçulmanas, que trouxeram para aquela região (e não só!) tudo o que havia na região de Ceuta (creio eu) na altura dos Descobrimentos. E como eles eram "uns gulosos", como ouvi comentar há uns anos na TV, não sei se por uma historiadora, se por uma chef que estudou a história dos doces de Natal e do Algarve, é bem provável que até o pão seja algo adocicado... Uma coisa é certa, que os algarvios gostam de coisas muito doces, lá isso gostam.
Pão II (região Centro)
Pois é, uma vez a passear pelo centro do país apercebi-me de que o pão dali corresponde ao pão de água da zona do Porto... um pouco mais pequenino, ou melhor, menos grande, porque pela Invicta o pão de água é enorme, um dá bem para partir a meio e ser consumido em duas refeições... a não ser que a pessoa em questão esteja faminta e adore pães muito maçudos, para agravar a situação!
Agora, no que se refere ao sabor... posso dizer que aquele é um pouco melhor, talvez por ser bem menos maçudo. Também acho que não é tão "borracha". E com manteiga, acabadinho de sair do forno, é bem melhor do que o "pão de água" do Norte do país, nas mesmas condições.
As ditas "carcaças" são menos vistas lá, é um pão igual aos outros e não o pão "que toda a gente come".
De Aveiro até às portas de Lisboa, podemos dizer que o pão é um complemento da refeição em vez da própria refeição, e ainda assim, não deixa de ser delicioso. Tentadoramente leve, apetece comer 2 a 3 seguidos, caso se comprem no momento que saem do forno.
Agora, no que se refere ao sabor... posso dizer que aquele é um pouco melhor, talvez por ser bem menos maçudo. Também acho que não é tão "borracha". E com manteiga, acabadinho de sair do forno, é bem melhor do que o "pão de água" do Norte do país, nas mesmas condições.
As ditas "carcaças" são menos vistas lá, é um pão igual aos outros e não o pão "que toda a gente come".
De Aveiro até às portas de Lisboa, podemos dizer que o pão é um complemento da refeição em vez da própria refeição, e ainda assim, não deixa de ser delicioso. Tentadoramente leve, apetece comer 2 a 3 seguidos, caso se comprem no momento que saem do forno.
Pão I (região Norte)
Bem, resolvi dividir o pão por regiões porque já se sabe que ele não é igual em todo o país.
Na zona do Porto, o que se consome mais é o tradicional pão branco, ou seja a carcaça (ainda há quem lhe chame molete). E aos domingos, a saborosíssima regueifa não pode faltar em casa das famílias portuenses! (E arredores...) Redonda ou a direito - esta também chamada de "roca", nunca percebi porquê,- quentinha com manteiga é uma autêntica perdição.
Já os outros pães, feitos com farinhas mais "saudáveis", (tenho as minhas dúvidas) geralmente ficam encostados nas prateleiras, ou então são feitos em menos quantidade, porque ninguém gosta "de fazer dieta".
Mas o pão de água é delicioso, o pão com sementes fica muito bem numa mesa de festa, e se tiver passas então ainda melhor, a broa de milho não pode faltar em churrascos e sardinhadas...
E cá também há uma variedade que não existe em mais lado nenhum: a broa de Avintes! Muito usada no S. João. Indispensável com a sardinha assada e com o caldo verde. Escura, forte, consistente. Também muito boa quando há churrascos no Verão.
Em caso de problemas gástricos, mais vale afastar os pães "dietéticos" e "saudáveis", porque os cereais e as sementes que lá metem vão agravar os sintomas. Ou fazer com que eles apareçam, caso estejam "sossegadinhos".
Na zona do Porto, o que se consome mais é o tradicional pão branco, ou seja a carcaça (ainda há quem lhe chame molete). E aos domingos, a saborosíssima regueifa não pode faltar em casa das famílias portuenses! (E arredores...) Redonda ou a direito - esta também chamada de "roca", nunca percebi porquê,- quentinha com manteiga é uma autêntica perdição.
Já os outros pães, feitos com farinhas mais "saudáveis", (tenho as minhas dúvidas) geralmente ficam encostados nas prateleiras, ou então são feitos em menos quantidade, porque ninguém gosta "de fazer dieta".
Mas o pão de água é delicioso, o pão com sementes fica muito bem numa mesa de festa, e se tiver passas então ainda melhor, a broa de milho não pode faltar em churrascos e sardinhadas...
E cá também há uma variedade que não existe em mais lado nenhum: a broa de Avintes! Muito usada no S. João. Indispensável com a sardinha assada e com o caldo verde. Escura, forte, consistente. Também muito boa quando há churrascos no Verão.
Em caso de problemas gástricos, mais vale afastar os pães "dietéticos" e "saudáveis", porque os cereais e as sementes que lá metem vão agravar os sintomas. Ou fazer com que eles apareçam, caso estejam "sossegadinhos".
O CHOCOLATE
Chocolate é muito bom, e quem não gosta de um chocolatinho de vez em quando?
Aquele sabor docinho a derreter na boca... hum!!!!!
Mas as consequências... inchaço, enfartamento, e se tivermos gastrite, ardência imediata no estômago, salve-se quem puder. Se for do de leite pior ainda! E a partir dessa maldita doença, fica proibido esse tipo de lambarice!
Assim sendo, como o chocolate é saborosíssimo, quanto mais leite tiver, pior faz. mais estragos causa, é melhor ter cuidado nas quantidades que se ingere. Mais vale apostar no chocolate com 65 ou 70 por cento de cacau, mais escuro, do tipo "After Eight" ou "Lindt", não digo para ir para essas marcas, mas sim para ingerir marcas tão escuras como essas. Porque esses podem ser deliciosos... mas são CAROS! E não são para todos os dias, há que reconhecê-lo.
Se por acaso ficaram com problemas gástricos... já sabem, só o chocolate preto é permitido, e atenção ao consumo! E a partir de quando é que o podem fazer? O vosso estômago o dirá, talvez 2 ,ou 2 meses e meio depois da crise, no mínimo...
Já aquele de barrar... aconselho-o a fazer mais tarde, talvez 3 a 4 meses depois, e experimentem um que agora está a ser colocado nos cereais. Prestem bem atenção a uma determinada marca de cereais, em que estes parecem uns biscoitos com chocolate. Procurem-no em copos, é super delicioso, há em 3 variedades e conseguem encontrar em algumas cadeias de supermercados do país.
Uma nota... eu já o conheço desde os meus 5 ou 6 anos. (Nessa altura não existia cá)
Água-quando achamos muito forte...
Pois é, há determinadas pessoas que não gostam de água, vá-se lá saber porquê, ou porque é muito forte, ou porque sabe mal, ou porque não sabe a nada...
Se não nos satisfaz por a acharmos insípida, umas gotinhas de limão e umas folhinhas de hortelã resolvem o problema. Caso fique amarga, um pouco de açúcar suaviza o amargo do limão. Assunto resolvido.
Mas há determinadas águas que são algo "pesadas" e que, tal como eu, muita gente deve torcer o nariz. Não vou denunciar marcas, porque gostos não se discutem, mas se há algumas de que não consigo gostar, isso é certo. E não são poucas, até são cada vez mais. (Até digo que também não são das mais baratas)
Como alternativa, quando não há volta a dar, aqueço-as um bocadinho e faço uma infusão. Seja da "Lord Nelson" (uma marca exclusiva do Lidl, que tem uns sabores óptimos, à base de fruta, com os quais dá para fazer um excelente "ice tea"), Seja da Lipton, ou seja do que for... quente, morno ou frio, um chá cai sempre bem. Ou então, deixo amornar a água... e não me sabe tão mal. E até me faz melhor. Experimentem que vão ver que vale a pena.
Caso vivam no Norte do país, se tiverem acesso àquela cadeia de supermercados que começa por F e acaba em Z, arrisquem nas águas de marca. Mas não nas nossas! Nas deles! Há uma que começa por M, com garrafas azuis, muito levezinha, e outra por C, também muito boa, que não vos vai deixar com "bolas no estômago".
Se quem estiver a ler isto viver na capital, ou perto, tente encontrar naquele supermercado conhecidíssimo, da mais famosa rede comercial de "nuestros hermanos". E não me refiro à Inditex!
Estão a reparar que estou a fazer o mínimo de publicidade possível, porque gosto de dar a minha opinião, sem no entanto querer influenciar ninguém. A minha intenção é revelar algumas dicas para reduzir inchaço e sensação de enfartamento, entre outras coisas. Durante muito tempo sofri bastante desse problema e ainda o vou tendo, por vezes, embora com menos frequência. E o que me vale são estas descobertas que vou fazendo, pouco a pouco, e algumas das quais cresci com elas mas só agora a aperceber-me do resultado das trocas...
Se não nos satisfaz por a acharmos insípida, umas gotinhas de limão e umas folhinhas de hortelã resolvem o problema. Caso fique amarga, um pouco de açúcar suaviza o amargo do limão. Assunto resolvido.
Mas há determinadas águas que são algo "pesadas" e que, tal como eu, muita gente deve torcer o nariz. Não vou denunciar marcas, porque gostos não se discutem, mas se há algumas de que não consigo gostar, isso é certo. E não são poucas, até são cada vez mais. (Até digo que também não são das mais baratas)
Como alternativa, quando não há volta a dar, aqueço-as um bocadinho e faço uma infusão. Seja da "Lord Nelson" (uma marca exclusiva do Lidl, que tem uns sabores óptimos, à base de fruta, com os quais dá para fazer um excelente "ice tea"), Seja da Lipton, ou seja do que for... quente, morno ou frio, um chá cai sempre bem. Ou então, deixo amornar a água... e não me sabe tão mal. E até me faz melhor. Experimentem que vão ver que vale a pena.
Caso vivam no Norte do país, se tiverem acesso àquela cadeia de supermercados que começa por F e acaba em Z, arrisquem nas águas de marca. Mas não nas nossas! Nas deles! Há uma que começa por M, com garrafas azuis, muito levezinha, e outra por C, também muito boa, que não vos vai deixar com "bolas no estômago".
Se quem estiver a ler isto viver na capital, ou perto, tente encontrar naquele supermercado conhecidíssimo, da mais famosa rede comercial de "nuestros hermanos". E não me refiro à Inditex!
Estão a reparar que estou a fazer o mínimo de publicidade possível, porque gosto de dar a minha opinião, sem no entanto querer influenciar ninguém. A minha intenção é revelar algumas dicas para reduzir inchaço e sensação de enfartamento, entre outras coisas. Durante muito tempo sofri bastante desse problema e ainda o vou tendo, por vezes, embora com menos frequência. E o que me vale são estas descobertas que vou fazendo, pouco a pouco, e algumas das quais cresci com elas mas só agora a aperceber-me do resultado das trocas...
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